13 Mai 2024

Governo quer academia e inteligência artificial a acelerar PT2030 e PRR

Com mudanças no sistema de informação, recurso às universidades e politécnicos e ajuda da inteligência artificial, Executivo pretende diminuir tempo de análise das candidaturas aos fundos europeus.

O ministro da Coesão Territorial, que tutela a gestão dos fundos europeus, quer "resolver os problemas que o governo anterior não resolveu”. Depois da dramatização feita por outros membros do Governo sobre a matéria, Manuel Castro Almeida quer mudar o foco do debate: do atraso na execução de programas como o PT2030 e o PRR, para "usar os fundos naquilo que interessa” e "pôr mais dinheiro no bolso das pessoas”.

Em entrevista ao Público (acesso pago), o governante identifica um "problema de interligação entre os diferentes serviços que intervêm na receção e análise das candidaturas". Pelo que, para acelerar a aplicação dos fundos europeus, é necessário, em primeiro lugar, melhorar o sistema de informação. "Houve um concurso que terminou já há quatro meses, com 2.550 candidaturas e que ainda não começaram a ser analisadas”, exemplifica.

Para colmatar a falta de recursos humanos para analisar o elevado número de candidaturas, Manuel Castro Almeida adianta que o Governo vai "pedir apoio às universidades e politécnicos para colaborarem com os serviços públicos que têm por missão analisar as candidaturas e os pedidos de pagamento”. Simultaneamente, está à procura de soluções de inteligência artificial para ajudar na recuperação dos prazos. Assume o "objetivo político” de que, no final deste ano, as candidaturas "não demorem mais do que 60 dias a ser analisadas”.

Fonte: In, Eco Online
Política de cookies

Este site utiliza cookies. Ao navegar, está a consentir o seu uso.   Saiba Mais

Compreendi