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Robótica. A tecnologia que vai revolucionar o mercado de trabalho
2017-07-21


Há quem acredite que a robótica vá reduzir os postos de trabalho, mas a opinião não é unânime. O i falou com especialistas que admitem que o emprego poderá aumentar

As revoluções tecnológicas têm sempre impacto no mercado de trabalho e as perspetivas não são animadoras. De acordo com vários estudos, a introdução de novas tecnologias e a robotização do processo produtivo vão determinar uma redução significativa do número de empregos. Ainda assim, há divergências em relação ao prazo, ao número de empregos que serão afetados e até mesmo em relação à plausibilidade destes prognósticos.

Mas entre alguns dos participantes do Congresso Internacional Labour 2030 – Rethinking the Future of Work, que decorreu no final da semana, no Porto, há a convicção de que serão mais as oportunidades do que as dificuldades trazidas pela tecnologia.

"Sempre que surgem processos de industrialização surgem novas oportunidades de emprego. Acho que não há que temer esta revolução tecnológica. Tem é de se adaptar a capacidade de trabalho das pessoas à nova realidade tecnológica”, diz ao i Pedro Marinho Falcão, advogado e membro da Law Academy.

"A História é o melhor professor que nós temos. E com a História conseguimos perspetivar o futuro. Em todas as revoluções industriais e tecnológicas por que já passámos, conseguimos ver que o saldo líquido do emprego aumentou sempre”, lembra Eduardo Castro Marques, presidente da AJJ e um dos organizadores do congresso.

O responsável admite que, apesar de muitos considerarem que vem aí um "robôcalipse’ que vai terminar com os postos de trabalho, a História mostra uma realidade diferente. "Sempre que o mundo avançou, criou mais emprego. É evidente que alguns se perderam, mas sem dúvida que o saldo líquido é positivo”, acrescenta ao i.

"A História é o melhor professor que nós temos. E com a História conseguimos perspetivar o futuro. Em todas as revoluções industriais e tecnológicas por que já passámos, conseguimos ver que o saldo líquido do emprego aumentou sempre”, lembra Eduardo Castro Marques, presidente da AJJ e um dos organizadores do congresso.

O responsável admite que, apesar de muitos considerarem que vem aí um "robôcalipse’ que vai terminar com os postos de trabalho, a História mostra uma realidade diferente. "Sempre que o mundo avançou, criou mais emprego. É evidente que alguns se perderam, mas sem dúvida que o saldo líquido é positivo”, acrescenta ao i.


In, SOL
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