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Enólogos de todo o mundo dizem sim à cortiça
2018-08-01

Em Bordéus, como na Califórnia, os melhores vinhos são engarrafados com rolha de cortiça. Porquê? "a rolha de cortiça faz parte do produto", explicam os enólogos numa série de testemunhos recolhidos pela APCOR. 

E o melhor guardião de um vinho é....a cortiça. A garantia é dos enólogos responsáveis por alguns dos melhores vinhos do mundo, numa série de testemunhos sobre as virtudes da rolha de cortiça recolhidos pela APCOR, a associação industrial do sector. 
 
Na sua campanha mundial para divulgar as virtudes deste produto 100% natural, reciclável e reutilizavel, a APCOR - Associação Portuguesa da Cortiça ouviu personalidades mundiais ligadas ao vinho, reunindo, depois, todos os elogios no vídeo "Vinho e Cortiça", onde falam de tradição e da experiência única do cliente no momento em que faz saltar a rolha de uma garrafa de espumante, mas também das mais valias deste casamento perfeito para um vinho.

"A cortiça dá (ao vinho). Mantém-no com vida e permite-lhe passar a vida dentro de uma garrafa de uma forma natural e muito inteligente", afirma Josep Roca, sommelier do espanhol El Celler de Can Roca, apontado como um dos melhores restaurantes do mundo.

"Se me perguntar o que é uma garrafa Chateau Margaux eu respondo-lhe que é uma garrafa de vidro contendo o nosso vinho e vedada com uma rolha de cortiça. Para mim, a rolha de cortiça faz parte do produto", afirma Philippe Bascaules, responsável por este vinho de Bordéus, no grupo dos mais caros e também dos mais reputados vinhos do mundo.

Na Califórnia, Eric Baugher, da Ridge Vineyards, sublinha que "o uso da rolha de cortiça natural complementa o objetivo de transmitir uma mensagem de tradição e produção natural ao vinho, proporcionando ao cliente uma excelente experiência quando abre uma garrafa".

Com eles, Philippe Guigal (Domaine E. Guigal), Rafael Guilisasti (Concha Y Toro), Tim Bell (Dry Creek) e Ricardo Cotarella (Falesco), são alguns dos 50 nomes que deram o seu testemunho pró-cortiça à APCOR.

A crescer ao ritmo de 4,5% ao ano na frente exportadora nos últimos 9 anos, a indústria portuguesa fechou 2017 com vendas ao exterior de 980 milhões de euros e garante nas rolhas 71% deste valor.


In, AICEP
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